Mestre Rablú
V.M. Rabolú
15 de setembro de 2019
Testemunho Luciene
24 de janeiro de 2022
 

Samael Aun Weor nasceu na Colômbia no dia 3 de março de 1917. Suas grandes inquietudes espirituais o levaram a investigações profundas no campo da Psicologia, Antropologia, Ciência, Esoterismo prático e Cristianismo primitivo.

Além de sua exemplar vida, sua doutrina ficou impressa e mais de cem obras traduzidas em diferentes idiomas, ensinamento que por sua vez sintetiza-se em cinco grandes obras, por ele recomendadas, para todo aquele que realmente queira aprofundar em seu mundo interior através de comprovação direta sendo requisito indispensável para ele, “ir mais além da simples interpretação literal, de caráter intelectual”.

Quatro palavras ao leitor

Sem querer, de modo algum, ferir delicadas suscetibilidades, devemos enfatizar a idéia básica de que, no ambiente cultural e espiritual da humanidade contemporânea, coexistem variadas instituições veneráveis que muito sinceramente crêem conhecer o Caminho Secreto e que, no entanto, não o conhecem.

Permita-se nos a liberdade de dizer, com grande solenidade, que não queremos fazer crítica destrutiva. Enfatizamos e é ostensível que isso não é delito.

 

Obviamente e por um simples respeito muito profundo para com os nossos semelhantes, jamais nos pronunciaríamos contra nenhuma mística instituição. A nenhum elemento humano se poderia criticar pelo fato de desconhecer algo que nunca lhe foi ensinado. O caminho Secreto jamais foi desvelado publicamente.

Em termos rigorosamente socráticos, diríamos que muitos eruditos que pretendem conhecer a fundo a Senda do Fio da Navalha não só ignoraram, senão, ademais, ignoram que ignoram. Não querendo indicar ou assinalar organizações espirituais de nenhum tipo e sem o ânimo de repreender a ninguém, diremos simplesmente que o ignorante ilustrado não somente não sabe, senão, ademais, não sabe que não sabe. Em todos os livros sagrados da antiguidade se faz alusão ao Caminho Secreto. É citado, é nomeado em muitos versículos, mas as pessoas não o conhecem.


Desvelar; indicar, ensinar a senda esotérica que conduz á liberação final é, certamente, o propósito desta obra que tendes em vossas mãos, querido leitor. Este é mais um livro do Quinto Evangelho. Goethe, o grande iniciado alemão, disse: “Toda teoria é cinza e só é verde a árvore de dourados frutos, que é a vida.” Vivências transcendentais é, certamente, o que entregamos neste novo livro: o que nos consta, o que experimentamos diretamente. É inadiável traçar os mapas do caminho; indicar com precisão cada passo; assinalar os perigos, etc., etc., etc. Faz algum tempo, os guardiões do Santo Sepulcro me disseram: “Sabemos que te vais, mas, antes de te ires, deveis deixar para humanidade os mapas do caminho e vossas palavras.’’ Eu respondi, dizendo: “Isso será o que farei.” Desde então me comprometi solenemente a escrever este livro.